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  • Marilice Zanato

Afeto e submissão

Atualizado: Abr 13

Conheço pessoas que acabam se submetendo a relações amorosas que seriam inconcebíveis para a maioria das pessoas e me questiono o porquê de isso tudo acontecer?


Não pretendo fazer um texto que diga que isso está certo ou errado, pois cada um é dono da sua história e escolhe o que é melhor para a sua vida e o que considera lhe fazer feliz.


Mas, alguns relacionamentos abusivos ou em que não exista um mínimo de respeito e compreensão deve ser questionado e repensado.


Quantos homens e mulheres se submetem a relações que não lhes oferece amor, carinho, reciprocidade, respeito, compreensão. Um mínimo de calor e cuidados…


E deixam-se levar, pois consideram que aquela pessoa por quem são apaixonados, ou pensam que são apaixonados, são as únicas pessoas que terão a capacidade de lhes oferecer um pouco do que elas procuram.


Mas baseado em que isso?


A primeira coisa a ser pensada é que você tem que se amar acima de tudo. Sim… pode soar como piegas ou bobagem, mas essa é a mais pura realidade.


Se você não estiver bem com você mesmo, como imagina que o mundo irá responder a você?


Se você não se respeita e não se ama, porque o mundo ou outras pessoas tem que amar também?


A lógica é exatamente essa.


Se essa pessoa aprender a se amar e se respeitar, poderá se colocar em um lugar de escolha, e repensar suas ações, suas opções e tudo mais que desejar para sua vida.


E isso poderá parecer difícil em um primeiro momento, mas tudo que é novo traz um estranhamento e um novo aprendizado.


Se respeitar, se valorizar, se amar, poderá lhe colocar num degrau acima em relação a sua própria vida e lhe fará enxergar a vida com outros olhos.


E neste momento, você poderá reavaliar suas escolhas amorosas e como vem se posicionamento diante de tudo isso.


Mas acima de tudo, poderá fazer escolhas mais conscientes, saudáveis e sensatas e saberá se posicionar diante de situações que nunca deveriam ter acontecido antes.

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Todo o conteúdo deste blog é de minha autoria.

Ele tem o objetivo de informação e reflexão e não substitui o processo psicoterapêutico.
 

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