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  • Marilice Zanato

Coisas que não devem ser feitas em uma entrevista de emprego – Parte I

Atualizado: Abr 13

Passamos uma parte de nossa vida nos preparando para uma entrevista de emprego. Elaboramos um bom currículo; passamos horas e horas encaminhando nosso currículo para empresas e quando somos chamamos para um processo seletivo, ficamos ao mesmo tempo felizes e apreensivos sobre como será este processo.


Mas acontece que algumas pessoas ficam tão ansiosas que acabam fazendo coisas que nunca deveriam acontecer.


Então vamos a algumas dicas:


• Não ache que o entrevistador, selecionador ou psicólogo que está lhe avaliando é seu amigo (A não ser que ele seja mesmo, mas mesmo assim, mantenha a postura). Simplesmente nunca ache isso… Você pode ter amigos na vida real, mas durante uma entrevista, menos é mais.


• Não vá com roupas extravagantes, daquelas que você iria a uma balada. A empresa busca pessoas que representem a marca dela, que passem credibilidade e respeito. E sim, a roupa é uma das primeiras impressões que passamos a nosso respeito.


Use roupa social ou na ausência, uma calça jeans escura, blusa e um sapato básico que podem ser uma excelente solução.


• Marcar chiclete… Imagine um selecionador prestando atenção naquele chiclete que vai e vem na boca do candidato. Nunca masque chicletes durante uma entrevista.


• Não dê presentes para o entrevistador durante a entrevista de seleção. Ele não está lá aguardando agrados e sim querendo competência do candidato para a vaga em questão. Se você quiser agradecer depois de contratado, até pode ser, mas de verdade, não é necessário, uma vez que a relação é corporativa e não de amizade. Lembra?


• Não fale mal de outros selecionadores ou de outras empresas que você já trabalhou antes. Se falar mal do que já passou, o que faz pensar que não falará mal da empresa que pretende lhe contratar?


Essas são apenas alguma dicas, lembre-se: menos é sempre mais.

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Observação:

Todo o conteúdo deste blog é de minha autoria.

Ele tem o objetivo de informação e reflexão e não substitui o processo psicoterapêutico.
 

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