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  • Marilice Zanato

Constelação Familiar – Eu queria uma coisa, mas a constelação mostrou outra coisa…

Atualizado: Abr 14


Não são raras às vezes em que as pessoas me procuram e contam suas questões sobre o que desejam trabalhar em uma constelação familiar.


Pergunto o que motivou a procura pelo método criado pelo mestre Bert Hellinger.


Sempre, invariavelmente, explico as “Ordens do Amor” para melhor elucidação do que acontece durante a constelação e qual é a fundamentação do trabalho.


Depois de ouvir cuidadosamente a história daquela pessoa, faço algumas perguntas, e escrevo as informações, de forma a poder compreender melhor aquela história e a família.


Deixo claro que vamos experimentar as possibilidades, conforme cada história, pois cada constelação é única e não temos como prever ou adivinhar o que vai acontecer.


Iniciamos os movimentos, colocamos os bonequinhos, faço perguntas, seguimos os movimentos da constelação.


Algumas vezes, a constelação vai para uma outra direção, ou seja nós leva para um outro aspecto que estava encoberto e impactando diretamente na questão por cliente.


As vezes, para que exista uma solução, outra questão precisa ser vista, considerada, elaborada e trabalhada, para que a solução venha a consciência.


Entendo que isso pode nos deixar decepcionados, mas a vida, as ordens do amor, a consciência, o sistema familiar, nossos antepassados…. tudo isso possui uma sabedoria que está muitas vezes, muito além da nossa compreensão.


Então, para chegarmos ao nosso objetivo, um “primeiro nó” precisa ser desfeito e muitos de nós precisamos de um tempo para elaboramos e maturarmos o que experimentamos com a constelação familiar.


Ela “desfaz nós”, nos deixa com um sentimento ou sensação de leveza, mas a vida não se resolve magicamente.


Precisamos nos engajar, nos esforçamos, reconhecermos a nossa responsabilidade para que a vida siga e possa ser o que desejamos e o que conseguimos realizar.


A constelação é sábia.


Nenhum movimento ou tomada de consciência é em vão.


Nada se perde.


Tudo se aprimora.


Essa é a ordem da vida.

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Observação:

Todo o conteúdo deste blog é de minha autoria.

Ele tem o objetivo de informação e reflexão e não substitui o processo psicoterapêutico.
 

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