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  • Marilice Zanato

E quando tudo acabar, será que eu vivi?

Atualizado: Abr 13

Essa semana que passou nos deparamos com a morte do ator Domingos Montagner, que ocorreu de maneira inesperada e trágica.


E infelizmente nestes momentos, somo quase que obrigados a pensar, quase de uma maneira incontrolável e inevitável, na dor, na saudades, na tragédia e tudo mais que remete a esse fim e a impossibilidade de desfazer o o ocorrido.


Quantos de nós já passamos por alguma situação com familiares, amigos e pessoas próximas e ficamos pensando na vida dessa pessoa, o que ela fez de bom, ou até mesmo o que ela não fez, assim como os planos e tudo mais o que essa pessoa acabou deixando para trás e também tudo o que não poderá mais realizar a partir de então.


E tudo isso, nos remete a nós mesmos, pensando na dor, na saudades, e também o quanto a vida é algo frágil e misterioso do ponto de vista de que um dia ela acabará para todos nós.

Isso pode ser assustador e acredito que a grande maioria de nós não gosta de falar ou pensar a respeito. Como se essa postura nos trouxesse algum tipo de alívio ou pudesse adiar o que é inevitável.


No meio de tantas reflexões, o que fica aqui é quase que um bordão: “Viva sua vida da melhor maneira possível”.


Aproveite os momentos com as pessoas queridas; Pare de se preocupar com coisas que não merecem sua atenção; Pare de se doar para pessoas que não querem ou não merecem sua companhia; Cuide de você e das pessoas que lhe são importantes; Pare de adiar a sua felicidade, esperando o momento ou a oportunidade certa: Faça isso agora!


Uma vez eu li em algum lugar uma piadinha perguntando se quando a gente morre, a gente recebe o gabarito da vida para saber se acertamos tudo…


Enquanto não temos a resposta, vamos fazer o máximo para acertar e ser feliz!


Porque é só isso que nos resta!


Viver nossas vidas e sermos felizes!

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