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  • Marilice Zanato

Quem somos nos dias de hoje?

Atualizado: Abr 13

Se você é de alguma geração anterior aos anos noventa, deve se recordar das brincadeiras na rua; de conhecer seus vizinhos da vila, rua ou prédio.


Quando a professora na escola pedia para fazer um trabalho e tínhamos de recorrer as bibliotecas ou as pessoas que tinham uma riqueza em casa, que eram as Enciclopédias Larousse. E tinha que copiar tudo direitinho, palavra por palavra no papel almaço.


Um pouco depois, o inicio da internet e como era ter um computador bege gigante que podia acessar a internet que diga-se de passagem era cara e lenta. E esperar para se conectar depois da meia noite para pagar menos e rezar para ela não cair, porque demorava bastante para reconectar.


Do ICQ, do Messenger, do Orkut e de tantas outras coisas que se passaram.


Mas além disso, de tantas coisas em nossas vidas que deixamos para trás por conta da comodidade da tecnologia na ponta do dedo.

E como evoluímos em relação a tecnologia, e como isso foi incorporado na nossa vida diária e cotidiana.


Como hoje não conseguimos viver sem internet, sem celular, e qualquer outra coisa que foi trazida pelo futuro.


E como muitas pessoas não conseguem preencher seu tempo sem esses recursos, e conseguem ficar perdidas com a simples possibilidade de ficar sem energia elétrica ou ser internet.


E neste momento o questionamento é: onde foram parar todas aquelas coisas do passado que faziam as pessoas ficarem juntas, brincarem, interagirem e serem elas em suas essências e não através dos recursos que dispõem hoje em dia.


Antigamente competíamos pela melhor bicicleta, e até mesmo quem tinha Larousse em casa. Hoje trocamos pelo melhor celular e outras coisas que refletem o que temos e não quem somos.


Se hoje, você não tivesse um celular, um carro, ou qualquer coisa que reflita o seu poder de compra neste mundo, por trás de tudo isso: Quem é você na sua essência e o que você tem a oferecer para o mundo, pelo simples fato de ser você mesmo?

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Ele tem o objetivo de informação e reflexão e não substitui o processo psicoterapêutico.
 

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